Prefácio
Havia duas coisas que
Bruna sabia que um dia conseguiria: Cursar uma ótima faculdade de Arquitetura
na Europa e ser pedida em casamento da maneira mais incrível possível. E quando
estava sentada em sua cama segurando um pequeno diário entre as mãos, junto com
uma caneta, era o momento em que seus sonhos pairavam em sua mente como música
chiclete.
Era uma garota romântica e sonhadora. Não via problemas nisso, embora muitas pessoas lhe dissessem que ser assim ainda a faria sofrer muito. Acreditava que o sofrimento, embora doloroso, fazia parte e era importante pra longa jornada chamada vida. Que ele sempre possibilitava uma evolução, um aprendizado particular que serviria de âncora para não cair no erro em futuros envolvimentos.
Gostava de viver em seu mundo. Gostava de ser como era. De escrever todas as noites antes de ir dormir em seu diário. Não coisas do dia a dia, do cotidiano; geralmente eram sobre seus sonhos, suas expectativas, seus medos e suas lembranças mais marcantes.
Tinha uma personalidade forte embora não demonstrasse isso. Era mais calada, sensível, boa ouvinte e observadora. Tímida era como se definia. Mas possuía os melhores sentimentos do mundo e prezava, acima de tudo, as amizades e o amor. Do seu jeitinho, com todas suas dúvidas, sonhos, medos e esperanças; considerava-se feliz.
E naquela noite realmente estava feliz enquanto escrevia em seu diário a letra de uma música que não lhe saía da cabeça: Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen. Seu dia havia sido engraçado e com muitas histórias para serem contadas futuramente. Momentos divertidos com as amigas; Bianca e Lara, e uma tarde passeando no parque com o namorado, Guilherme.
Guilherme era um garoto divertido, bobo e um pouco lerdo. Não era tão romântico quanto a namorada, mas fazia tentativas com flores e bombons de vez em quando. Bruna gostava dele do jeito que deveria gostar. Não o amava como queria, mas gostava bastante a ponto de se sentir muito sozinha se ele não estivesse perto. Gostava de viver o momento e o momento atual era como ele. Um dia, ela sabia que se apaixonaria pela pessoa certa que lhe faria realizar um de seus sonhos.
Mas o dia havia sido muito bom para ser deixado de lado. Por isso, anotou tudo o que lhe fez sorrir na folha de papel azul com bordas coloridas. Fechou o diário e o guardou cuidadosamente na gaveta da escrivaninha. Levantou-se e foi em direção à sua estante. Tinha quase uma biblioteca particular em seu quarto. Amava os livros como amava o dia, o Sol, as estrelas e a vida. Eles a inspiravam, davam forças e vontade de seguir adiante. Davam-lhe a razão de sorrir e de viver. E era grata por isso.
Pegou um que havia começado a ler no dia anterior. Não faltavam muitas páginas para terminar, já que lia muito rápido quando se envolvia demais na história. O livro se chamava Delírio e assim como na história, Bruna queria viver um amor delirante e arrebatador, um dia...
Dormiu com o livro aberto no colo, quase no fim. Naquela noite sonhou com parques, pessoas rindo, uma feira de morangos e alguém que caia em cima dos morangos. Acordou de madrugada e não entendeu por que motivo sonhara com morangos. Voltou a dormir rapidamente e dessa vez, alguém que não era Guilherme a beijava e sua boca tinha um gosto doce e maravilhoso de morango colhido de algum lugar da Itália... Sentiu-se amada de verdade pela primeira vez na vida!
Era uma garota romântica e sonhadora. Não via problemas nisso, embora muitas pessoas lhe dissessem que ser assim ainda a faria sofrer muito. Acreditava que o sofrimento, embora doloroso, fazia parte e era importante pra longa jornada chamada vida. Que ele sempre possibilitava uma evolução, um aprendizado particular que serviria de âncora para não cair no erro em futuros envolvimentos.
Gostava de viver em seu mundo. Gostava de ser como era. De escrever todas as noites antes de ir dormir em seu diário. Não coisas do dia a dia, do cotidiano; geralmente eram sobre seus sonhos, suas expectativas, seus medos e suas lembranças mais marcantes.
Tinha uma personalidade forte embora não demonstrasse isso. Era mais calada, sensível, boa ouvinte e observadora. Tímida era como se definia. Mas possuía os melhores sentimentos do mundo e prezava, acima de tudo, as amizades e o amor. Do seu jeitinho, com todas suas dúvidas, sonhos, medos e esperanças; considerava-se feliz.
E naquela noite realmente estava feliz enquanto escrevia em seu diário a letra de uma música que não lhe saía da cabeça: Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen. Seu dia havia sido engraçado e com muitas histórias para serem contadas futuramente. Momentos divertidos com as amigas; Bianca e Lara, e uma tarde passeando no parque com o namorado, Guilherme.
Guilherme era um garoto divertido, bobo e um pouco lerdo. Não era tão romântico quanto a namorada, mas fazia tentativas com flores e bombons de vez em quando. Bruna gostava dele do jeito que deveria gostar. Não o amava como queria, mas gostava bastante a ponto de se sentir muito sozinha se ele não estivesse perto. Gostava de viver o momento e o momento atual era como ele. Um dia, ela sabia que se apaixonaria pela pessoa certa que lhe faria realizar um de seus sonhos.
Mas o dia havia sido muito bom para ser deixado de lado. Por isso, anotou tudo o que lhe fez sorrir na folha de papel azul com bordas coloridas. Fechou o diário e o guardou cuidadosamente na gaveta da escrivaninha. Levantou-se e foi em direção à sua estante. Tinha quase uma biblioteca particular em seu quarto. Amava os livros como amava o dia, o Sol, as estrelas e a vida. Eles a inspiravam, davam forças e vontade de seguir adiante. Davam-lhe a razão de sorrir e de viver. E era grata por isso.
Pegou um que havia começado a ler no dia anterior. Não faltavam muitas páginas para terminar, já que lia muito rápido quando se envolvia demais na história. O livro se chamava Delírio e assim como na história, Bruna queria viver um amor delirante e arrebatador, um dia...
Dormiu com o livro aberto no colo, quase no fim. Naquela noite sonhou com parques, pessoas rindo, uma feira de morangos e alguém que caia em cima dos morangos. Acordou de madrugada e não entendeu por que motivo sonhara com morangos. Voltou a dormir rapidamente e dessa vez, alguém que não era Guilherme a beijava e sua boca tinha um gosto doce e maravilhoso de morango colhido de algum lugar da Itália... Sentiu-se amada de verdade pela primeira vez na vida!
Adoreiiii
ResponderExcluirQue bom que gostou *-* Dei uma parada infelizmente mais logo logo estou retornando, se Deus quiser =)
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